quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Ajudando nos preparativos

Olá meus amores dei uma sumidinha do blogger mas estou de volta
estou com uma missão ajudar nos preparativos  de casamento de uma amiga .
então vamos lá ....

O que é casamento ?

união de pensamentos ?

Para cada pessoa existe um significado , para ouros é a união de duas almas gemeas
em uma só .

quando se deve começar a preparar e organizar tudo ?

Nao há data em especial , quanto mais organizado melhor

entaoo a cada nova postagens irei falar de algo expecifico ao casamento ..

uma dia uma idéia uma savalção

Então ate breve ..

Beijokas da Paty

terça-feira, 15 de novembro de 2011

ajudando aLaah estudar

             Lesões
                    Prof. Leandro Tolentino

       Papiloma Humano
O vírus do papiloma humano (VPH ou HPV, do inglês human papiloma virus) é um
vírus que infecta os queratinócitos da pele ou mucosas.
       A maioria dos subtipos está associada a lesões benignas, tais como verrugas, mas certos tipos são frequentemente encontrados em determinadas neoplasias como o cancro do colo do útero, do qual se estima que sejam responsáveis por mais de 90% de todos os casos verificados.
       A principal forma de transmissão do HPV é por via sexual, sendo a doença sexualmente transmissível (DST) mais frequente.
       A maioria das situações não apresenta sintomas clínicos, mas algumas desenvolverão alterações que podem evoluir para cancro.
       O tratamento é demorado e depende das técnicas aplicadas.
       As opções de tratamento dependem do tipo e extensão das lesões causadas pelo HPV, podendo ser empregue um tratamento destrutivo ou excisional (destruição e/ou remoção das lesões), ou um tratamento à base de medicamentos.
      



Tórus Palatino

Torus palatino é um crescimento ósseo no palato, normalmente presente na linha média do palato duro. Possui diâmetro menor que 2 centímetros, mas a sua dimensão pode variar ao longo da vida.
       Embora algumas pesquisas sugiram que o tórus palatino tenha traço autossômico dominante, geralmente são creditados diversos fatores. Eles são mais comuns no início vida adulta e podem aumentar de tamanho. Em algumas pessoas mais velhas, o tamanho pode diminuir devido a reabsorção óssea. Por conseguinte, acredita-se que possuem apenas influências genéticas.
      





Tórus Mandibular

Tórus mandibularis é um crescimento ósseo na mandíbula, ao longo da superfície mais próxima à língua. Estão habitualmente presentes perto aos pré-molares. Em noventa por cento dos casos, há um toro em ambos os lados.
       Acredita-se que os tórus são causados por diversos fatores. Eles são mais comuns no início vida adulta e estão associados com bruxismo. O tamanho pode variar ao longo da vida, e, em alguns casos, pode ser grande o suficiente para tocar uns aos outros na linha média da boca. Por conseguinte, acredita-se ocorrem por influências locais e não são exclusivamente sobre influências genéticas.




       Lipoma

Lipoma ou lipomatose é um acúmulo de
tecido gorduroso que surge por baixo da pele (subcutâneo). Os lipomas são tumores benignos, mas podem crescer bastante, causando grande incômodo estético e até mesmo físico.
       Manifestações clínicas:
       Os lipomas formam lesões palpáveis, de consistência firme e elástica que fazem relevo na pele. Alguns podem ser bem macios. Seu tamanho pode variar de meio centímetro a vários centímetros de diâmetro. A pele que os recobre apresenta-se de aspecto normal.
       Na maioria das vezes são assintomáticos, podendo, em alguns casos, ser dolorosos. Algumas vezes, só são percebidos à palpação, quando se sente um nódulo (lesão arredondada) localizado embaixo da pele (tecido subcutaneo).
       Os lipomas podem ser únicos ou múltiplos. A forma múltipla, conhecida como lipomatose, é usualmente familiar e as lesões costumam ser dolorosas. A biópsia de uma destas lesões permite ver que se trata na realidade de um angiolipoma.
       Tratamento

Lipomas são muito sugestivos clinicamente, porém, outras lesões podem se assemelhar a eles, em especial os cistos. Vale ressaltar que outras lesões subcutâneas podem se parecer com lipomas, inclusive lesões malignas, como sarcomas e metástases cutâneas. O correto diagnóstico pode envolver várias especialidades médicas. Cirurgiões plásticos, dermatologistas, cirurgiões gerais e um bucomaxilofacial(especialização de odontologia) são os que, normalmente, fazem o diagnóstico clínico. A cirurgia, quando os tumores são pequenos, pode ser realizada pelos dermatologistas ou um bucomaxilofacial (dependendo do local do lipoma), mas quando os tumores são maiores a cirurgia deve ser conduzida por um cirurgião plástico ou pelo bucomaxilofacial (também dependendo do local do lipoma)
      





Fibroma

Fibroma é um tipo de tumor benigno do tecido conjuntivo fibroso. Pode ser considerado uma hiperplasia reacional do tecido conjuntivo em resposta a traumas e irritação.
       Características clínicas:
       Geralmente são nodulares, com consistência firme, assintomáticos, coloração semelhante à da mucosa, base séssil, superfície lisa, e com até 2 cm de diâmetro.
      Localização mais comum: Mucosa jugal, ao longo da linha de oclusão, língua e mucosa labial.
      Tratamento
       Excisão cirúrgica conservadora. Recorrência rara.
      





Abcesso

É designado de abscesso ou abcesso o acúmulo localizado de pus num tecido, formando uma cavidade delimitada por uma membrana de tecido inflamatório (membrana piogénica). O líquido purulento que a preenche se forma em virtude da desintegração e morte (necrose) do tecido original, microorganismos e leucócitos.
       Sintomas
       Os sintomas dependem do órgão ou tecido afetado. No entanto, classicamente temos como manifestações de todo processo inflamatório a dor, calor, rubor e tumefação locais, podendo apresentar perda de função. Os abscessos "maduros" têm flutuação à palpação e a pele que os reveste torna-se mais fina.[1]
       Têm ocorrência mais comum na pele, mas podem atingir qualquer tecido. Dificilmente há remissão espontânea, com a reabsorção (se pequenos) ou fistulização.
      
Tratamento
       Um abscesso, se volumoso, deve sofrer intervenção cirúrgica com o objetivo de aliviar os sintomas e favorecer sua cura. Para drenar um abscesso, o médico deve acessar sua parede para libertar seu conteúdo. Um abscesso de maiores dimensões, pós a drenagem, deixa um amplo espaço vazio (espaço morto), e sofrerá cicatrização por segunda intenção. Costuma ser necessário o uso temporário de drenos artificiais.
       Complicações
       Um abscesso sem tratamento pode ter resolução espontânea, sendo reabsorvido, formando fístulas (comunicação) para o meio externo ou formando um cisto. Ao fistulizar para cavidades naturais do corpo dá origem a um empiema, mas também pode complicar-se se seu conteúdo atinge a corrente sanguínea, levando a bacteremia e, nos casos mais graves, sepse




       Fístula
Fístula é um sinal clínico de que na região de seu aparecimento existe infecção em atividade. São entidades clínicas que caracterizam-se pela manifestação muito próxima da origem infecciosa, O aparecimento de uma fístula, geralmente, os dentes ou raízes da região devem ser os causadores. As fístula podem se manifestar no interior da cavidade oral, nas gengivas ou mucosas adjacentes aos agentes causadores.
       As fístulas podem aparecer na face, suas pre senças causam como regra geral seqüelas cicatriciais indesejáveis. As fístulas podem surgir sem manifestação de sofrimento para o portador, mas há casos como os abcessos palatais, que até a forma ção e rompimento da fístula promovem muito sofrimento ao porta dor. Existem fístulas muito complexas de resolução geralmente ci rúrgica, que são as que comunicam, a cavidade oral com os seios maxilares. As fístulas oro-antrais, como são chamadas causam quadro clínico desagradável, como ao ingerir líquidos parte é expelida pelo nariz.
       As fístulas na cavidade oral desaparecem logo após o diagnóstico e abordagem dos dentes ou raízes portadores de infecção, em média de 3 a 4 dias. Outra situação que costuma pro vocar fístulas são os detritos como areia, parabrisa, asfalto, conti dos e deixados nos tecidos, oriundos de acidentes e traumas. Estas fístulas costumam de tempos em tempos entrarem em atividade, expulso o detrito, ocorre a cura e desaparecimento.
       Fístula é uma forma de defesa do organismo na sua luta contra as infecções. Onde existe fístula na região há certamente infecção.
      





Aftas


São inflamações pequenas e brancas cercadas por uma área avermelhada.
       Não são contagiosas, mas muitas vezes são confundidas com herpes.
       Ocorrem dentro da boca, principalmente em mucosa.
        As aftas podem sumir e reaparecer. Podem também ser pequenas ou grandes e aparecer agrupadas ou isoladas. As aftas são comuns e recorrentes.
       Embora sua causa seja incerta, alguns especialistas acreditam que estão ligadas a problemas do sistema imunológico, a bactérias ou a vírus. Fatores tais como o estresse, trauma, alergias, cigarro, deficiências de ferro ou vitaminas e tendências genéticas também tornam a pessoa mais susceptível às aftas.
      



Herpes simples

O herpes simples ou herpes labial se apresenta em grupos de bolhas dolorosas que aparecem ao redor dos lábios e, às vezes, debaixo do nariz e ao redor do queixo.
       Essas bolhas são causadas por um tipo de vírus e são altamente contagiosas. A primeira infecção muitas vezes aparece em crianças, às vezes até sem sintomas e pode ser confundida com um resfriado ou uma gripe.
       Uma vez que a pessoa é infectada, o vírus permanece no corpo, causando, de tempos em tempos, ataques recorrentes. Em algumas pessoas, porém, o vírus permanece inativo.
      





Abrasão dentária

É a perda da estrutura dental por forças mecânicas externas. Uma vez que a abrasão ultrapasse o esmalte dos dentes, são rapidamente destruídas estruturas moles, conhecidas como dentina e cemento.
       Esta patologia por pode ser causada pelo uso de escovas de dente, palitos, fio dental. Sua aparência é comumente descrita em forma de V, ( o que não permite o contato da escova dentária com a base do defeito).Os dentes mais comumente afetados são pré-molares e caninos.
      

Reabsorção Interna
A reabsorção interna da dentina seria provavelmente motivada por alterações vasculares, que pouco a pouco vão cedendo lugar a um tecido de granulação que passará a comprimir as paredes dentinárias, provocando reabsorções.
       A reabsorção das paredes dentinárias, à semelhança do que ocorre nos outros tecidos duros, faz-se pela presença de células gigantes multinucleadas (dentinoclastos).
       Reabsorção interna no dente 11   Quando ocorre em nível de coroa, é denominada mancha rósea, conferindo ao dente essa tonalidade. Ingle evidencia que na reabsorção se verificam, concomitantemente, áreas de reabsorção e de reposição de dentina que, todavia, não conseguem manter a reparação no mesmo ritmo da reabsorção
      





Reabsorção Externa

Reabsorção Externa
       A reabsorção externa inicia-se a partir do periodonto lateral e pode ou não chegar à polpa. Na maioria das vezes, ela limita-se ao cemento, atingindo muito pouco da camada dentinária.
       O tecido periodontal vizinho às áreas de reabsorção é inflamado, o que vem justificar a provável causa desta alteração.
       A reabsorção externa também constitui um mecanismo duplo de reabsorção e deposição de tecido calcificado. Henry & Weinman salientam que ela ocorre em todos os dentes durante toda a vida, e que se torna mais prevalente acima dos 33 anos de idade, o que representaria a somatória de processos reabsortivos anteriores. Entendemos que constituem fatos normais, relativo a acomodação funcional e biológica dos dentes à tarefa que lhes é específica: a mastigação.
       O respaldo dessa situação se dá no fato de que a reabsorção incide em porcentagens maiores na face mesial das raízes que, está mais envolvida na direção do movimento fisiológico dos dentes.
      
Clinicamente as reabsorções apicais não possuem sintomatologia que as caracterizem.
       Diferentemente, as do terço médio, na dependência da extensão e profundidade, manifestam-se através de dor crônica, onde o desconforto não é bem descrito pelo paciente, constituindo-se mais uma queixa.
       Os pacientes com freqüência referem-se a uma dor difusa, leve, confessando que existe algo errado com este ou aquele dente, tendo a afirmação de que o dente fica sensível ao toque ou no ato mastigatório. Em outras ocasiões o paciente se refere à dor mais presente em determinadas horas do dia, geralmente no fim do dia. Os testes elétricos nada ou quase nada contribuem com o diagnóstico, podendo mesmo algumas vezes o dente comportar-se como necrótico. Em alguns casos o tratamento endodôntico pode resolver por completo; em outros, no entanto, o comprometimento da reabsorção é tão significativo que a zona causal da dor está situada e dificilmente o problema irá se resolver tratando o canal.
       A imensa maioria das reabsorções se repara totalmente; segundo o quadro que os autores denominam de reparo anatômico, isto é, a superfície da raiz volta à sua forma original.
       Algumas destas reparações não se dão pela reconstituição anatômica, mas sim, por nova formação de cemento e osso alveolar, reconstituindo o espaço periodontal, sem todavia restabelecer o desenho original da raiz.
       Os fatores condicionantes dos diferentes tipos de reparo não são conhecidos; têm-se, todavia, que o trauma é condição importante, ficando na dependência da natureza (movimentação ortodôntica, incrustação mais alta, bruxismo, intercuspidação dentária, sobrecarga protética e de outros acidentes traumáticos) a determinação do caminho reparacional que se instalará.



Anquilose
      
Anquilose (do
Grego γκύλος, dobrado) é uma rigidez de uma articulação, resultado de uma lesão ou doença. A rigidez pode ser completa ou parcial e pode ser devida a uma inflamação das estruturas musculares ou tendinosas fora da articulação ou dos tecidos da própria articulação. Em Odontologia é a fixação rígida ou semi-rígida que pode ocorrer entre dentes e ossos ou na articulação tempormandibular [1] e é uma das causas da não-substituição de um dente decíduo por um dente permanente.
       Causas
       Pode ser ocasionada por problemas congênitos, traumatismo ou enfermidades como a osteomielite e pode ser de etiologia fibrosa ou óssea.
       Tratamento
       Nos casos de anquilose completa, o tratamento preconizado é a cirurgia com ablação da anquilose e plastia da região afetada.
       Anodontia
Anodontia
refere-se à ausência da formação do germe dentário. A doença pode ter origem autossômica ou heterossômica e atingir a dentição inferior e superior, como também causar várias mudanças, tanto na forma quanto no tamanho de dentes sucessores. Os dentes mais afetados por tal anomalia são os terceiros molares, pré-molares e incisivos laterais.
      


Hipodontia,

Hipodontia, em Odontologia, é a condição de possuir menor número de dentes que o natural.
       Hipodontia descreve uma situação em que há uma série de seis dentes em falta ou menos. O estado ausente de mais de 6 dentes é chamado oligodontia.
       Em caucasianos, o mais comum são os dentes:
        siso (25-35%)
       incisivos laterais superiores (2%) ou o
       segundo premolares inferiores, três por cento.
       A ausência congénita de todos os dentes é chamado Anodontia.
       Hipodontia é muitas vezes familiar, e pode ser associado com Displasia ectodérmica ou síndrome de Down.. [1]
      


Hiperdontia,

Hiperdontia, basicamente, é o número maior de dentes que o normal.
       Os dentes "em excesso" são chamados de dentes supranumerários.
       A prevalência de dentes supranumerários em caucasianos.
       A hiperdontia ocorre mais frequentemente na dentição permanente e aproximadamente 90% dos casos na maxila, com forte predileção pela região anterior.
       A região mais comum é a dos
       Incisivos superiores,
       Quartos molares superiores e inferiores,
       Pré-molares, caninos e incisivos laterais.
       Ainda que dentes supranumerários possam ser bilaterais, a maioria ocorre unilateralmente.
      






Amelogênese imperfeita

A Amelogênese imperfeita compreende um grupo complicado de condições que mostram alterações de desenvolvimento na estrutura do esmalte, na ausência de uma alteração sistêmica.
       A formação do esmalte é um processo de múltiplas etapas, e problemas podem aparecer em qualquer uma delas. Em geral, o desenvolvimento do esmalte pode ser dividido em três estágios principais:
       elaboração da matriz orgânica;
       mineralização da matriz;
       maturação do esmalte.
       Os defeitos hereditários da formação do esmalte também são divididos, ao longo dessas linhas, em hipoplásico, hipocalcificado e hipomaturado.
      




Concrescência

Concrescência consiste na união de órgãos ou parte de órgãos contíguos. Pode ocorrer com vários órgãos, bem como no caso de dentes vizinhos já formados que se fundem, antes ou depois da sua errupção, através do cemento.
      


Fusão dentária


Fusão dentária é a união, fusão de dois ou mais dentes.
       Durante a formação do órgão dental, que irá formar o dente, no futuro, podem ocorrer alterações, onde os dentes podem se fusionar, causando uma alteração anatômica importante no elemento dental resultante.[
      

Dente invaginado ou Dens in dente

Dente invaginado ou Dens in dente é uma invaginação profunda da superfície da coroa ou raiz, contornada pelo esmalte. Uma espécis de fusão, onde um dentes parece "brotar" de outro.
      



Pérolas de esmalte
As pérolas de esmalte, são estruturas hemisféricas, que podem-se constituir inteiramente de esmalte ou contêm dentina subjacente e tecido pulpar. A maioria projeta-se da superfície da raiz, acreditando-se que apareçam de uma protuberância localizada na camada odontoblástica.
      

Macrodontia

Macrodontia é um termo para designar um dente anatomicamente maior que o habitual. Está comumente associada ao gigantismo

Microdontia

Microdontia é a condição na qual dentes parecem menores do que o normal, que ser generalizada e envolver todos os dentes, ou localizada. Os dentes mais comumente afetados são os incisivos laterais superiores e terceiros molares.
      



Taurodontia

       A taurodontia (tauro = touro e dont = dente) é o aumento do corpo e câmara pulpar de um dente multirradicular, com deslocamento apical do assoalho pulpar e bifurcação das raízes. Este padrão de formação do molar foi encontrado em antigos Neanfertais e ocorre em animais ruminantes.
      


Dilaceração

Dilaceração é uma angulação anormal ou curvatura na raiz, ou, menos freqüentemente, na coroa de um dente. Embora uma história de confirmação possa estar ausente, a maioria parece descorrer de uma injuria que desloca a porção calcificada do gérmen dentário, e o remanescente do dente é formado num ângulo anormal.
      




Dentinogênese imperfeita

Dentinogênese imperfeita (Dentina opalescente hereditária) é uma doença genética do desenvolvimento dentário. Esta condição provoca descoloração de dentes (a maior parte das vezes em cores azul-cinza ou marrom-amarelo) e translúcido.
       Os dentes são também mais fraco do que o normal, tornando-as mais expostas ao desgaste rápido, quebra, e de perda. Estes problemas podem afetar dentes primários quanto dentes permanentes. É hereditária autossômica dominante. Dentinogênese imperfeita afeta um número estimado de 1 entre 6000 e 8000 pessoas.
       Características
       Mostram obliteração total de dentina e polpa. E outras apresentam uma dentina fina e são geralmente conhecido como dentes de Shell. E estudo histológico, vê-se que os túbulos dentinários estão irregulares e são maiores em diâmetro.
      


Micrognatismo
Micrognatismo (ou micrognatia) é uma condição em que a
mandíbula está subdimensionada.
       É comum em crianças, mas normalmente é auto-corrigida durante o crescimento, devido ao aumento no tamanho mandíbulas.
       Pode ser uma causa do alinhamento anormal dos dentes, em casos graves podem dificultar alimentação.
       Em medicina, esta proeminência pode ser considerada uma afeção esquelética, ou seja, uma deformação da face, causada por um acidente, ou de origem genética, como o “famoso” prognatismo mandibular.
       Em antropologia, o prognatismo é uma característica usada para descrever grupos humanos e foi considerada uma das características dos negros e, em menor grau, os asiáticos.
      

Retrognatismo

Retrognatismo (ou retrognatia) é um tipo de má-
oclusão causada pela posição mais posterior da mandíbula. Pode causar distúrbios do sono, como apnéia do sono.
      

Ceratocisto odontogênico
      
Ceratocisto odontogênico é um
cisto benigno, mas localmente agressivo. Acredita-se que sua origem esteja na lâmina dentária e afeta comumente a mandíbula posterior. Está associado com a Síndrome de Goltz.
       Segundo Neville(2009), há uma concordância geral de que o ceratocisto odontogênico surge a partir dos restos celulares da lâmina dental, e seu crescimento parece estar relacionados a fatores desconhecidos, inerentes ao próprio epitélio(que sofre múltiplas mitoses) ou à atividade enzimática na parede cística.
       Devido ao seu aspecto agressivo e seu potencial de recidiva,o ceratocisto odontogênico é classificado atualmente pela OMS como tumor odontogênico ceratocisto, considerado uma neoplasia benigna.
       Características Clínicas: Os COs podem ser encontrados em pacientes com idade variável, desde à infância até a velhice, mas cerca de 60% dos casos são dignosticados em pessoas entre 10 e 40 anos. Há uma leve preferência por homens.
       A mandíbula é acometidaem 60% a 80% dos casos com uma marcante tendência para o envolvimento do corpo posterior e do ramo da mandíbula.(Neville,2009)Estes tumores tendem a crescer numa direção ântero-posterior, dentro da cavidade medular, sem causar expansão óssea óbvia (diagnóstico clínico e radigráfico diferencial).
       Geralmente são assintomáticos, porém em grandes dimensões(ocasionando assimetria facial) pode ocorrer dor, edema, drenagem ou ainda serem assintomáticos mesmo em lesões extensas. Na maioria dos casos observa-se lesão com características unilocar , apresentando crescimento unilateral.
       Características Radiográficas: Exibem uma área radiolúcida, bem definidas.(Neville,2009) Geralmente são analisadas radiografias panorâmicas e tomografia computadorizada, pois a radiografia panorâmica fornece, com qualidade, a extensão da lesão cística e sua relação com estruturas adjacentes, no entanto a tomografia computadorizada tem indicação indispensável para o planejamento cirúrgico, apresentando detalhes preciosos sobre a expansão da lesão, a localização de dentes envolvidos e a topografia de suas margens (espessura e perfuração das corticais ósseas)do que as radiografias convencionais. O uso racional indica tomografias computadorizadas somente para lesões extensas.O CO, pode muitas vezes ser confundido com cisto dentígero por em 44% dos casos está associado com dentes inclusos,porém observa-se também menos comum que o cisto dentígero e radicular, reabsorção óssea das raízes dos dentes adjacentes, normalmente ocorre um deslocamento do dente e não reabsorção da raíz. É importante salientar que apenas o diagnóstico histopatológico é determinante.
      




Com base na atual revisão da literatura mundial e com a alta taxa de rescidiva e levando em conta a idade do paciente, foi optado por um acesso extra oral e uma rececssão do tumor e a colocação de uma placa de reconstrução 2.4 mm loocking. e esta programado uma enxertia de arco costal em segundo tempo.
       Tratamento e Prognóstico: A maioria dos COs são tratados de forma similar à outros cistos odontogênicos, ou seja, através da enucleação e curetagem.(Neville,2009) São associados tratamentos de prevenção de recidiva, tais como, cateurização química da cavidade óssea com solução de Carnoy após remoção do cisto, marsupialização, crioterapia que segundo Pogrel(2001)devido a capacidade do nitrogênio líquido de desvitalizar osso in situ e manter a estrutura inorgânica intacta, a crioterapia pode ser utilizada para lesões localmente agressivas nos maxilares. Entretanto, em decorrência da dificuldade em controlar a quantidade de nitrogênio líquido aplicada à cavidade, a necrose resultante e o edema podem ser imprevisível, por isso não é uma prática tanto utilizada.Por ser uma lesão que pode recidir, é importante que o paciente seja acompanhado semestralmente ou anulamente. Determina-se um período de cinco anos, no entanto há casos de recidivas 40 anos após remoção do cisto original, por isso é importante que o paciente faça anualmente uma radiografia para revisão,por tempo indeterminado.
       Querubismo
O Querubismo é uma doença genética hereditária rara que ocasiona anomalias faciais pelo crescimento ósseo anormal da face.
       A doença é assim chamada devido a semelhança facial com anjos querubins (rosto oval e com bochechas salientes).
       Geralmente é diagnosticada na primeira década de vida e as alterações progridem até a puberdade, e então estabilizam-se e regridem lentamente.
      


Sialorréia, ptialismo ou polissialia é a
secreção abundante de saliva.
       Sialadenite, sialodenite ou sialoadenite é a inflamação de uma glândula salivar
       Sialolitíase

Sialolitíase
refere-se à formação de pedras nas glândulas salivares.
       São mais comumente encontradas na região submandibular, onde as pedras podem obstruir o ducto da Gândula Submandibular(ducto de Wharton). Está freqüentemente associado com infecção crônica (Staphylococcus aureus, Steptococcus viridans) das glândulas, desidratação  e/ou aumento dos níveis de cálcio local.
       A mastigação promove a liberação de saliva, e os sintomas tendem a aumentar durante as refeições. Um nódulo palpável ou visível inchaço na área da glândula é muitas vezes observado.
       Complicações incluem obstrução permanente do ducto, o que ocasiona a invasão bacteriana, infecção e supercrescimento (sialoadenite). Isto pode exigir o uso de antibióticos, como nafcilina e, às vezes, drenagem cirúrgica.
      

xerostomia

A xerostomia (também conhecida como boca seca ou secura da boca) é um
sintoma relacionado à falta de saliva.
       A xerostomia pode causar dificuldade em falar e comer. Também pode levar à halitose (mau hálito) e aumento dramático de cáries dentárias, já que o efeito de proteção da saliva não está presente, e também pode fazer com que a mucosa da boca se torne mais vulnerável a infecções.
       A língua pode mostrar deficiência pela atrofia das papilas, inflamação, fissuração, rachaduras e até desnudação. O indivíduo portador de xerostomia apresenta sensibilidade, ardência, queimação e dor na mucosa da língua.
       A xerostomia crônica predispõe à cárie dental aguda, complicações periodontais e perda subseqüente dos dentes. O paciente apresenta dificuldades para utilização de dentaduras e incômodos com aparelhos protéticos devido à secura da boca.
       Dentre os diversos fatores que podem ocasionar a xerostomia, ela também pode está associada a uma reação emocional como a do estresse tendo em vista que a atividade das nossas glândulas salivares depende, dentre outros fatores, do equilíbrio do nosso Sistema Nervoso. O estresse provoca desequilíbrio desse sistema, diminuindo a produção de saliva, de forma que a secreção dessa é controlada pelo sistema nervoso autônomo - parassimpático e simpático.
       Causas
       Existem várias causas possíveis para a xerostomia, tais como ingestão inadequada de líquidos, respiração bucal crônica, fumo excessivo, Síndrome de Sjögren, Síndrome de Heerfordt, doenças sistêmicas e metabólicas, uso de antidepressivos (entre outros tipos medicamentos), lesão dos nervos que inervam as glândulas salivares e, finalmente, pobre higiene bucal. O sintoma também pode ser observado em alguns pacientes que são submetidos à radioterapia em região acima do tórax .
       Tratamento
       O controle da doença dependa da natureza da mesma. Para a maioria dos pacientes só pode ser oferecido alívio sintomático. Procura-se encontrar a causa da baixa do fluxo salivar, deve ter-se uma higiene bucal rígida e um controle na dieta. Para que seja tentada uma reativação da secreção das glândulas salivares, o uso de tabletes de fosfato de cálcio e gomas de mascar é recomendado e em condições extremas é indicado o tratamento químico com aconselhamento e acompanhamento do cirurgião dentista, com medicamentos que provocam a secreção de saliva (sialogogo); esse medicamento detecta se há possibilidade de a glândula reabilitar-se por si só, caso não seja possível, a única saída é a reabilitação por saliva artificial.
       Queilite angular

 Quelite angular ou ainda Queilite angular é uma infecção causada pelo fungo
candida albicans e localizada na área da comissura bucal (ângulo da boca).
       Esta infecção está frequentemente relacionada com a perda da dimensão vertical (Ex: Próteses desgastadas), e em paciente imuno-suprimidos (Ex: AIDS).
       [editar] Tratamento
       O medicamento mais utilizado para tratamento é o creme Omcilon "A" "M" aplicado sobre a lesão a cada 6 horas, por no mínimo 14 dias.
      

leucoplasia pilosa

A leucoplasia pilosa, é uma lesão de aspecto esbranquiçado mais comum nos bordos laterais da
língua.
       Acredita-se que esta seja provocada pelo vírus EBV (Epstein-barr - o mesmo da mononucleose).
       É muito frequente em pacientes infectados pelo vírus HIV.
      

Língua geográfica

Língua geográfica, também conhecida como glossite migratória benigna, é uma condição que afecta a
língua. Os nomes coloquiais devem-se à condição ser semelhante a um mapa.
       A parte superior da língua lado é coberto em pequenas saliências chamadas papilas, em uma língua afetada, surgem manchas vermelhas na superfície da língua em cor acizentada-branca. As pequenas manchas podem desaparecer e reaparecer em um curto período de tempo (horas ou dias), e as mudanças no formato ou tamanho. Embora geralmente não cause dor, pode causar sensação de queimação ou ardor, especialmente após o contato com certos alimentos, especialmente picantes e cítricos. Língua geográfica pode também causar dormência, e ainda a coexistência de fissuras na língua.
      


Referências Bibliográficas

Patologia Oral & Maxilofacial; Neville, Damm, Allen, Bouquot;
Guanabara Koogan; 1998
       PAIVA, J. G. & ANTONIAZZI, J. H. Endodontia: Bases para a prática clínica. 2ª. ed. São Paulo. Ed. Artes Médicas. 1991. 886p.
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       FREITAS, A.; ROSA, J. E.; SOUZA, I. F.   Radiologia Odontológica. 5ª. ed. São Paulo. Ed. Artes Médicas, 2000. 508p.

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